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"Sobre mim, posso dizer-lhe apenas que sou algum caos preso dentro de um corpo mortal. No tempo qualquer coisa perdeu-se quando eu nasci, qualquer coisa de intenso que não sabe a hora de parar e pedir: dê-me a paz! E vai levando-me por labirintos e confundindo tudo o que sinto com tudo o que sei. E viver assim é um suplício, uma dor lancinante e se posso dizê-lo, meu bem, é o maior dos prazeres."
— B. 
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